Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos

Nota6
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Baseado em um popular jogo de videogame, Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos, filme dirigido e co-escrito por Duncan Jones (que vem a ser filho do lendário David Bowie), tem uma trama que adapta basicamente o jogo Warcraft: Orcs & Humans, que trata do conflito existente entre duas raças distintas: os orcs e os humanos.

É importante lembrar, nesse caso, que a mitologia existente no universo dos jogos Warcraft lembra muito elementos vistos em clássicas obras como a trilogia O Senhor dos Aneis, de J.R.R. Tolkien, na medida em que temos diversas espécies coexistindo, ora pacificamente, ora em conflito direto.

No caso particular de Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos, temos a existência de uma ameaça ao reino pacífico de Azeroth quando guerreiros orcs desejam sair de seu território atual em busca de novos horizontes. A existência de um portal que permite a passagem entre um mundo (o dos humanos) e outro (o dos orcs) faz com que as duas raças encarem a possibilidade real de extinção e de destruição.

Ou seja, temos o desenho perfeito de um conflito que é inerente a histórias desse tipo, em que, de grandes batalhas, surgem as figuras dos heróis e dos vilões, daqueles seres que se tornarão algozes ou exemplos para seus povos.

Chama a atenção em Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos a concepção visual criada por Duncan Jones para os dois mundos que se misturam aqui, bem como a maneira segura com que o diretor encara um gênero que é difícil (o épico), ainda mais quando levamos em consideração o fato de que estamos diante da adaptação de um game dos mais famosos que existem e com fãs ardorosos e prontos para pular em cima da garganta de quem macular a história que eles tanto amam!

Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos (Warcraft, 2016)
Direção: Duncan Jones
Roteiro: Charles Leavitt e Duncan Jones
Elenco: Travis Fimmel, Paula Patton, Ben Foster, Dominic Cooper, Toby Kebbell, Ben Schnetzer, Robert Kazinsky, Clancy Brown, Daniel Wu

2 comments

    • Kamila Azevedo 22 julho, 2016 at 20:09 Responder

      Amanda, não sou familiarizada com o jogo de videogame que originou o filme, então, achei essa obra bem irregular.

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