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Número 9

publicado em:18/06/08 5:04 PM por: Kamila Azevedo Filmes

Em uma das cenas de “Número 9”, do diretor e roteirista John August, um personagem fala sobre seu hobby de jogar videogame. Na mente dele, a vida deveria ser igual a um jogo eletrônico em que, a qualquer momento de não-superação, basta que se aperte o botão de reset e tudo se reinicia. É justamente a uma dessas experiências que assistiremos durante o longa, que coloca o trio Ryan Reynolds (que entrega uma performance muito boa), Melissa McCarthy (conhecida pelos seus trabalhos em seriados como “Gilmore Girls” e “Samantha Who?”) e Hope Davis vivendo três histórias completamente distintas e, aparentemente, sem conexão alguma.

Na primeira delas, acompanhamos Gary (Reynolds), um famoso ator de televisão que, após levar um fora da namorada, abusa do uso de crack, é preso e condenado a uma prisão domiciliar – aonde passará o tempo se divertindo ao lado de Margaret (McCarthy) e sua vizinha Sarah (Davis). Na segunda, assistimos às gravações de um reality show sobre o processo de criação e aceitação de um programa de TV por um roteirista e emissora de televisão – Reynolds interpreta o criador do seriado, McCarthy está na pele dela mesma (ela é a atriz principal da série) e Davis é uma executiva de uma rede de TV. Na terceira, acompanhamos uma família (Reynolds e McCarthy são marido e mulher) que está presa num parque florestal – Davis é a estranha que irá ajudar o personagem de Ryan.

Tentar definir “Número 9” é uma tarefa bastante difícil porque o filme não é um suspense, um drama ou um romance. Muito provavelmente, durante a experiência de se assistir ao longa, você vai ficar bastante confuso, sem entender muito bem qual o objetivo do diretor e roteirista John August. A impressão que fica é a de que August (que escreveu “Go! – Vamos Nessa” e “Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas”) possuía três idéias diferentes para um filme, mas não conseguiu colocar nenhuma delas em prática e optou por uma saída à la Charlie Kaufman. Sendo que, ao invés de fazer uma obra sobre a dificuldade do processo de adaptação de um livro, John August acaba falando sobre o processo de criação de um roteiro e sobre como uma idéia vai dando lugar a outra. Só assim para tentar encontrar a coerência dentro desse projeto.

Cotação: 3,5

Número 9 (The Nines, 2007)
Diretor: John August
Roteiro: John August
Elenco: Ryan Reynolds, Melissa McCarthy, Hope Davis, Elle Fanning, Dahlia Salem, Ben Falcone, Octavia Spencer



Jornalista e Publicitária


Comentários


Esse vai ser um filme que o pessoal vai ficar voando … tentando achar uma explicação … isso é bom … melhor do que numero 23 que em 5 minutos você mata o filme ..
acredite … para compreender legal … é só depois de 2 ou mais vezes …

mas gostei e muito dele … pena que será dificil cair no gosto popular … beijos

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João, com certeza, “Número 9” é melhor que “Número 23”. Só não fui tão rápida quanto você e decifrei o filme após muito mais que cinco minutos. 🙂

Mas, pretendo assistir ao filme mais vezes para poder compreender melhor a sua história.

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João, sem dúvida alguma, esta é a melhor atuação da carreira do Ryan Reynolds, que parece estar seguindo o caminho de Josh Hartnett em vários sentidos. Primeiro, se tornou namorado da Scarlett Johansson e, depois, passou a estrelar filmes em que ele interpreta personagens bem diferentes e desafiadores. 😉

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Eu nao gosto dos filmes do John August e quando li a sinopse desse seu longa também não me interessei em assistir. A verdade é que estou vendo muito pouco de produções novas, tenho visto mais filmes da Nouvelle Vague por conta de um projeto que estou escrevendo. Ainda nem consegui ver Indiana Jones, Hulk. Só ontem eu fui ver Quebrando a Banca (ainda prefiro o titulo “21”), que eu adorei.

Apesar de ter gostado de “Peixe Grande”, sempre acho que John August quer tentar fazer algo de diferente e admiro realmente isso na pessoa dele. O grande problema é que ele sempre se esbarra nas suas proprias limitações. Acho que devo ver o filme por conta dos comentários falando bem do Ryan Reynolds, mas vamos ver.

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Vinícius, acho que esta é a primeira vez que vejo um filme dirigido pelo John August. Só assisti aos filmes que ele roteirizou, e gosto do trabalho dele nessa área. Você está certo e, neste “Número 9”, o August esbarra nas suas próprias limitações. O Ryan Reynolds está muito bem no filme, talvez, na melhor atuação da carreira dele.

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Puxa, esperava que você tivesse gostado mais desse filme, mas não posso dar minha opinião pois ainda não o vi. De qualquer forma o John August é um ótimo roteirista e estou curioso para conferir esse trabalho como diretor – sem falar na trama que me interessa bastante. Abraço!

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Olha que legal que ficou aqui! Parabéns! Será uma nova tendência o wordpress? heheh
Meu blog tem uma série de defeitos também que me irritam aos montes, mas a mudança para um novo servidor já vai ser muito complicado pra mim. Devo aturar ainda o blogspot por um tempo..hehe

E…”Número 9″ ainda não vi, mas me remeteu imediatamente mesmo a “Número 23”. Acho que daí o meu desinteresse pelo filme. Vale a pena tentar pelo menos?
Dissestes que a saída é à Charlie Kaufman, olha que eu levo isso como elogio. O único problema é fazer um filme inteiro “comum” e no final ir pro surrealismo. É mais ou menos por aí a idéia??

Beju!

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Perai Ryan Reynolds interpretando bem? Deve ser pegadinha!

Que filme doido, mas Go! é um filmasso, mas pensei que era do próprio diretor de Sr e Sra Smith.

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Vinícius, como eu nunca tinha ouvido falar de “Número 9” antes, assisti ao filme sem saber o que esperar. A proposta é bem diferente e é preciso mesmo que a gente assista ao filme mais de uma vez para compreendê-la.

Victor, obrigada! O filme não tem nada a ver com “Número 23”. Na realidade, se formos comparar é até melhor que a obra estrelada pelo Jim Carrey. A questão é que o filme não tem nada de surreal. É um filme irregular. A melhor história é a do reality show.

Otavio, nem eu! rsrsrsrs
Assisti ao filme sem conhecê-lo. Chorei demais no final de “O Campeão”.

Cassiano, o pior é que não é pegadinha! Ele está muito bem nesse filme. Eu adoro “Go!”. Acho que é o melhor filme dirigido pelo Doug Liman.

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ahah, aprece que não é uma boa colcoar numeros no titulo do filme.. 23, 9… qual será o proximo da lsta…rs
já está anotado na minha lista para passar longe qdo me deparar com ele, ahaha… o fato de o 9 ser melhor que 23 não me anima em nada, hehehe
beijos, Kamila!!

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HAUSDHUASHDHASHD!!! :d Otimo texto; mais filme chatoooo!

Grey’s Com certeza ja teve seu momenttos melhores, a 2ª Temporada por exemplo foi perfeita! Eu nao digo que a 4 foi a pior naoo, a terceira eu acho que teve uma queda um pouco maior!

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Kamila, somos dois então, Go! é muito bom, pena que sumiu! Adoraria tê-lo em casa.

Agora o Ryan é canastrão até a alma. Péssimo ator!

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Gosto de filmes com várias paralelas, quando bem contadas o resultado é sempre bom.

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João, sim. O segundo ato é somente o interlúdio, mas foi o que mais funcionou comigo.

Pedro e Rodrigo, tudo bem!

Lucas, a primeira parte desta última temporada de “Grey’s” não me agradou em NADA! Mas, depois da greve, a série melhorou bastante.

Cassiano, “Go!” vive passando no Cinemax. Assisti um dia desses. Pena que – acredito – ainda não foi lançado em DVD no Brasil.

Robson, normal!

Rogerio, o filme é uma doideira só! O Charlie Kaufman é doido, mas coerente, isso é verdade. E vi “O Campeão” pela primeira vez! Nem preciso dizer o quanto me emocionei com o filme e sua história.

Hugo, mas, nesse caso, as histórias paralelas não funcionam. O resultado final, pelo menos, não me agradou.

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Kamila, sabe como amo Charlie Kaufman e admiro muito filmes atípicos como esse parece ser. Ele chega esse mês na locadora e estou ansioso para assistir. Pena que você não tenha gostado dele. A trama me soa interessante.

Ciao!

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Wally, eu gosto de filmes atípicos bons. Esse não foi muito do meu agrado, mas espero que, quando assistir, escreva um texto lá no Cine Vita contando sobre “Número 9”.

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ow ow ow ow….sera que alguem podia me explicar esse filem que eu ja vi dez vzs e n consigo entende?? eu to fikando c odio jaaaaaaaaa….alguem me explica por favor??

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Rodrigo, nem eu consegui entender direito este filme, mas acho que “Número 9” fala sobre o processo de criação…

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O filme tem uma história bem estranha!
O que eu gostei mesmo é da música que toca no final do filme, se alguem souber o nome me diga por favor pq eu gostei muito dela.

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Natigeo, infelizmente não sei como te ajudar, pois não sei o nome da música que encerra o filme.

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Bom… coalas são 8. Eles podem controlar o tempo.

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Bells, não entendi teu comentário!

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No filme, é dito que macacos são 6. humanos são 7, coalas são 8, o protagonista é 9 e Deus 10.

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Emerson, obrigada! Você contribuiu muito com a discussão. As informações que constam do link que você passou fazem muito sentido. Um dos melhores textos que li sobre esse filme.

Eli, sim, com certeza.

Pa Loma, sim!

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O filme é uma merda! Fala sério! Filme inteligente? O cara fumou merda de cavalo qdo escreveu isto!

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No fundo no fundo a única mensagem “subliminar” do filme é: Fume crack, não vai fazer mal e você ainda será o Deus de várias histórias paralelas.

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Natigeo – A musica q toca no final do filme é The finish line – Snow patrol…. Até q eu gostei do filme ^^!

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Bom, pelo que eu entendi desse filme, o cara era um viciado em RPG, e cada vez que começa uma história nova é porque ele iniciou um novo jogo.
Pra mim, parece que ele e as outras duas atrizes são personagens do jogo e ele estava no level 9 de tanto jogar.
Não sei se faz sentido isso que entendi,mas foi a única explicação que encontrei para o 9!

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Sinceramente não sei o que achar, é muito confuso, e acho que o autor deu uns tropeços, tipo: “koalas são 8 eles podem controlar o tempo”(?) achei isso ridículo, prefiro encarar como uma piada que não entendi, porém, a trama do filme, acredito eu que seja realmente surreal, de uma ser muito poderoso que criou esse universo, e que está abaixo de Deus, porém ele meio que se apegou nesse seu mundo, e até esqueceu quem era, fazendo com que outros seres semelhantes a ele fossem o resgatar, que foi o que aconteceu no filme, e por fim, ele saiu dessa realidade paralela, só que não há destruiu, deixou viver, agora sem intervenção dele, e deu uma boa vida à sua “esposa” já que ele a amava, acredito que como um personagem favorito. Gostei muito dos toques durante o filme, ele não faz nenhuma apelação para entendermos o que tá acontecendo, até critica isso na história do riallity, onde o personagem principal não quer fazer uma história óbvia, chama a platéia de burro, e é isso que o autor faz no filme, ele não joga na cara, deixa que nós descobrimos sozinhos, e isso é ótimo gostei muito dessa iniciativa. Agora já sei o que achar, é um bom filme após a reflexão, gostaria de ver mais filmes assim.

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Leo, também achei um filme extremamente confuso. Concordo que o diretor deixa a gente à vontade pra descobrir essas nuances da trama sozinhos, mas, mesmo assim, é um filme complicado de se acompanhar… Às vezes, em casos assim, seria até bom ter indicativos, dicas do que a gente está assistindo… Pra que a gente possa tentar entender as coisas.

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Putz! Esse filme é de 2007 e eu fui assisti-lo pela primeira vez hoje. Depois de assistir a primeira coisa que fiz foi entrar na net para procurar o “sentido” deste filme e a única coisa que encontrei é que nada faz sentido!
Até acho legal filmes que temos que pensar um pouco mais para entende-los como por exemplo a “ilha do Medo”, mas nesse Número 9 o criador exagerou um pouquinho ou sei lá, ele deve ter feito um filme para os méros humanos nível 7 não compreender nada, já o coálas nível 8 e semi-deuses nível 9 devem estar rachando o bico!!!

Bjo Kamila.

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Oi Kamila… assisti este filme ontem…e realmente é muito confuso. Obriga-nos a prestar bem atenção no enredo. “Número 9” pelo que eu entendi do título do filme, seria a nota que ele dá pela própria produção…como diversas vezes a personagem Sarah diz que o 9 é um número bom, mas imperfeito… tal como o filme…são três visões diferentes e incoerentes, e que pouco fazem sentido…quem [é que não coçou a cabeça quando assistiu esse filme??kkkk
Não sei se posso dizer isso, mas achei esse filme dentro dos padrões europeus, logo eles tem esse tipo de cinematografia,prender o público à coisas diferentes e surreais,sem uma cronologia bem definida..diferente dos tipicamente americanos,com mocinhos,bandidos,donzelas…finais previsíveis etc..

Eu gostei do filme..apesar de ter me feito refletir bastante, quando terminei de ver, perguntei pra mim mesmo: O que diabos foi isso??kkk

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Thiago, pra mim, a obra não fez sentido. Para outras pessoas, conforme comentários postados aqui mesmo, fez sentido. Eu também acho legal filmes que instigam a gente a refletir e pensar, mas desde que eles façam algum sentido! 🙂 Beijos!

Felix, seu comentário faz muito sentido e aponta pontos bem interessantes a serem notados em relação ao filme, mas, mesmo assim, posso dizer que a obra não foi do meu agrado! rsrsrsrs

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Eu, como o Thiago, vim procurar na internet alguma explicação.
Não entendi BULHUFAS e não sei se quero assistir de novo pra entender OU tentar entender como esse cara diz que entendeu(acho que ele fumou crack!kkkkk)

http://cinevita.wordpress.com/2008/08/22/numero-9/

pra mim esse cara deve ter fumado crack com mayonese.

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KKKKKKKKKKKkk

E você tá lá!!

Tem outro cara que também tá cá e lá e também deve fumar.

Um fuma crack com mayonese e outro deve fumar orégano, só pode ser!!!

Responder

Bom saber que não sou a única que ficou viajando durante o filme! rs…

Responder

q filme idiota affs….
preferia mil vezes numero 23
do q essa merda de numero 9
cara faz um filme nao consegue fazer direito…kkkkk

Responder

esse merda desse filme de 2007
affs…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder

Nao sei qual é a dificuldade para entender este filme. Sendo que tal é autoexplicativo… Ele se perdeu na própria criação, e consegue sair da equação sem que tal sofra alguma alteração.

Responder

detestei seu ponto de vista em relação ao filme

Responder

Guilherme, está claro que o protagonista se perde seu sua própria criação, mas a verdade é que o filme também se perde, por isso a dificuldade em compreendê-lo.

Ericsson, sim, o Ryan Reynolds se saiu muito bem nesse filme.

Mckenzie, pode detestar à vontade…

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AHOSUAHUSOA, esse filme acabou de passar na globo…

o pior que eu comecei a assistir e não consegui ver o título do filme, continuei a ver e pensei que seria de ação, contudo continuava a não entender nada e mesmo assim o interessante é que me prendeu a atenção e continuei sem entender nada até o final, e como outros já relataram, tiver que procurar na internet uma “resposta”.

Achei o filme bem nonsense, porém lendo os comentários o que pra mim fez mais sentido foi do Léo Santana, e também o interessante que faz a gente pensar um pouco mais sobre a vida…

“A trama do filme, acredito eu que seja realmente surreal, de uma ser muito poderoso que criou esse universo, e que está abaixo de Deus, porém ele meio que se apegou nesse seu mundo, e até esqueceu quem era, fazendo com que outros seres semelhantes a ele fossem o resgatar, que foi o que aconteceu no filme, e por fim, ele saiu dessa realidade paralela, só que não há destruiu, deixou viver, agora sem intervenção dele, e deu uma boa vida à sua “esposa” já que ele a amava, acredito que como um personagem favorito”

Responder

Assisti o filme hoje na tv, em muitos momentos ele me lembrou a teoria de Leibniz, principalmente por esse filósofo ser reconhecido pela teoria “do melhor dos mundos possíveis”, presente numa das falas dos personagens. Acho que os personagens podem ser simbólicos dentro da teoria Leibniziana, mas enfim, só uma hipótese. Em Leibniz Deus não poderia criar nada pois ele faria parte do todo que esse todo seria sempre o melhor possível. Porém, poderíamos dizer que no filme existe criação de mundos, mas devemos levar em consideração que os mundos criados são aparentes, na aparência. Leibniz aponta isso em outra teoria. O mundo que temos sensível, mesmo sendo o melhor possível, para nós se faz aparente, dai talvez o pulo para fora da aparência com o personagem possa ser uma representação desse teoria, quando Leibniz apontou o que há de verdadeiro nas coisas é um todo divisível ao infinito. No caso os personagens poderiam representar um, a loira, aquele que força querer o personagem ver para além do melhor mundo possível em que está, ele como programador de video game se depara com a própria lógica do mundo possível que vive e a outra personagem aquela que aceita o melhor mundo possível.

Bom apenas uma interpretação, acabei de assistir o filme e fiquei curioso sobre a história, dai joguei na net e cai no blog.

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enredo muito detalhado, acho que todos ficamos meio boiando por que o filme foge muito dos padroes americanos, aquelas coisas que todos sabemos, heróis aqui e ali mocinhos etc etc, é sempre a mesma M**** … diante de um filme desses prefiro elogiar, fantástico como o mesmo prende a atenção pra algo diferente do normal, concordo com o FELIX , quando terminei de assistir pensei… “que p**** é essa”

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Gustavo, a interpretação do Léo é bem interessante mesmo.

Marcos, um dos melhores comentários postados aqui sobre o filme. Obrigada por contribuir com o debate.

Marcos, sim, o filme foge dos padrões norte-americanos e nos obriga a pensar sobre o que estamos assistindo.

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Otimo filme.
Utiliza sistemas integrados de linguagens; quando chama de G o personagem principal do filme este tipo de estrutura e baseado em algumas linguagens referentes a maçonaria quando se refere a Deus G.A.D.U ou mesmo G (gnose).
Do mesmo modo fazemos um comparativo em que nos 3 atos, que poderiam ser 4 ou mais (3×3=9) o ator interpreta pessoas que constroem seus proprios mundos, ator de TV famoso, Diretor e roteirista de TV e Pai (Figurailuminada), gostei muito do filme e recomendo assisti ontem na globo! as 02:00 AM. Este filme nao pode passar em outro horario pois nao resulta em audiencia, estamos acostumados a refletir assuntos ja digeridos.

Abraços.

Responder

Otimo filme.
Utiliza sistemas integrados de linguagens; quando chama de G o personagem principal do filme este tipo de estrutura e baseado em algumas linguagens referentes a maçonaria quando se refere a Deus G.A.D.U ou mesmo G (gnose).
Do mesmo modo fazemos um comparativo em que nos 3 atos, que poderiam ser 4 ou mais (3×3=9) o ator interpreta pessoas que constroem seus proprios mundos, ator de TV famoso, Diretor e roteirista de TV e criador de jogos, gostei muito do filme e recomendo assistir, passou ontem na globo! as 02:00 AM. Este filme nao pode passar em outro horario pois nao resulta em audiencia, estamos acostumados a refletir assuntos ja digeridos.

Abraços.

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Esse é o tipo de filme onde o diretor brinca diretamente com o telespectador. O tema em si não é o mais importante, mas é o seguinte:
Existem 10 tipos de vida, porém essa ideologia não é explorada no filme, causando uma confusão. Sabemos que 10 é o criador geral, 9 são crias com poder de criação qual desenvolveram a humanidade na terra. 8 São animais qual possuem capacidades avançadas. 7 são humanos. E essa sequencia deve decair até os tipos mais primário do desenvolvimento.
O Personagem do filme é um nove, porém, não existe só ele de nove no filme, essa é sacada que deixa tudo confuso no fim do filme. Os 9 não vivem da maneira que vivemos, são espectros qual tem capacidades intra-vivacional. Ou seja, a gente ta acompanhando a vida de um 9. Outro possível 9 segundo essa visão seria Jesus, o restante é só fazer analogias baseadas em hipóteses razoáveis que o filme nos dá.
Isso tudo é muito confuso por si só. Agora imagina o autor querer aproveitar disso para pregar peças no telespectador? Ele descaba todas as relações para situações exdruxulas para confundir de que existe algo maior. que de fato é uma visão bem peculiar a respeito da vida.

Eu sentaria com você e debateria todos esses conceitos que fazem um sentido lógico, porém não real. Muito interessante. Eu adorei o filme, consegui entender tudo o que morava no dialogo propositalmente dificultado, uma obra que não era pra agradar a todos, mas acredito que o diretor deva estar feliz em ter agradado os “tipos” quais foram agradados pelo filme.

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Nem todos números 9 vivem como o Gary. Algumas 9 simplesmente vivem uma criação e depois vão embora. Gary no caso não, ele parece confuso em um estado hipnoide e paranoide, qual faz ele recriar varias vidas. Varias dimensões de realidades vão se abrindo, sendo que eu e você, somos uma hipótese aberta dentro de um mundo de um 9. No mundo de qual 9 moramos? Rsrsrs ai a viajem é por conta da criatividade de cada um né?

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Horus, o que eu estou mais gostando de ver é que os comentários estão dando uma luz para interpretar o filme. E, pelo que tenho percebido, cada um interpreta da sua forma. 🙂

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caramba quanta interpretação distinta rsrsrrss… o rodrigo tocou em um ponto bacana para alguns e talvez não para outros, a linguagem maçonica feita como referencia final na primeira parte, tratando o ator no caso como um grande arquiteto, engenheiro etc etc, mais em momento algum faz referencia como um deus, algo a ser levado em consideração, tambem na parte final onde ele aparece como um grande “criador” do jogo… the sims cai como uma luva nesse filme…

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Marcos, sim, cada um interpreta esse filme da sua maneira. Eu também acho que vários pontos legais foram levantados por aqui em relação ao filme.

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Não esperava nada desse filme, nunca tinha ouvido falar, me surpreendi, achei bastante divertido o começo, acho que o diretor se perdeu no final, ao tentar fazer algo mais complexo, e de fato, deve ser a, se não uma das melhores performances de Reynolds, claro que o papel também ajuda.

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Só eu entrei em panico quando aquela voz falava ” nove, nove, nove, nove” sem parar? Aquilo me dava uma aflição hahhahaha..
E quanto a interpretação do filme, eu entendi alguns aspectos passado pelo filme, porém realmente o Diretor se perdeu no final, uma outra hora falo sobre a interpretação do filme, preciso assistir ele denovo..

Abrs

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W!, eu também acho que, na tentativa de ser complexo, o diretor perde as rédeas do seu filme. Também concordo que, neste filme, o Ryan Reynolds entrega uma de suas melhores performances.

Leonardo, só você! rsrsrs Mas, o filme causa aflição na gente mesmo, isso é verdade, mas o diretor se perde totalmente… Abraços!

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Atores muito legais, mas o filme é uma bosta. O diretor enfeitou tanto que fez o filme ficar sem sentido nenhum, parece uma imitação sem nexo do efeito borboleta 1 ou coisa assim, mas pelo menos tinha sentido o filme. Esse aí nem quem se esforça muito consegue entender o filme, confuso demais.

Não sei se vocês curtem novela (Eu tenho noiva, mãe e sogra…kkk..nós homens temos que ceder a tv e ficar por dentro das novelas…rsrsrs)…resumindo, tá parecendo aquela novela “Máscaras” da Record, sem pé nem cabeça.

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Penso que o diretor apenas expôs uma teoria defendida por muitos, a de que o mundo em que vivemos foi feito por ETs. Este ser celestial se perdeu em suas criacões em busca de um mundo perfeito, se afundou em suas proprias ilusões e foi preciso que seus semelhantes intervissem para resgatá-lo do limbo em que vivia. Ele ficou tão malucão que misturou as dimensões. O número 9 é só p/ dar um “Q” a + (curiosidade: quando ele pisa nas ratoeiras, são enquadradas todas e é possivel ver que ele armou 9 ratoeiras).

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Diego, acho muito curioso que esse filme suscita nas pessoas as mais diversas teorias de interpretação. A sua é uma das mais curiosas, mas tem seu sentido. Obrigada pela contribuição feita a esta discussão. Entender este filme parece ser uma missão impossível. 🙂

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Filme semelhante uma pintura, onde o pintor deixa os espectadores criarem cada qual sua solução e buscarem sua realidade.

Um filme sobre criador ou criadores, modo de criação e amor a criaturas

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Eu entendi o filme, perfeitamente. Não achei difícil de compreende-lo. Será que foi somente eu… Confesso que chorei na parte em que Ryan Reynolds e Melissa McCarthy se despendem. Porem teve um final até bonzinho onde ele deixa um mundo para os outros personagem “humanos”.

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Essa kamila Azevedo é uma piada cinéfila de mau gosto. Só gosta de filmes com enredo “mastigado” e de pronta entrega. Quando se trata de algo mais complexo não tem cacife para puxar pelo raciocínio e isto é evidente, basta ler suas afirmações de que não gostou de Donnie Darko, Southland Tales e The Nines. Há vários filmes deste gênero europeus, asiáticos, latino ou americanos. São mindfuck cult e jamais você conhecerá. Só para dar um gostinho destes inúmeros, cito dois – Arrebato e Avalon. Qual Arrebato e qual Avalon que são cult e excelentes mindblowing que será difícil descobrir.

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Daniel Brasil, cada qual com a sua opinião. E você deveria respeitar a minha, assim como respeito a sua. Não precisa vir aqui com tom desnecessário só porque eu emiti uma opinião com a qual você não concorda. Você deveria ter feito que nem os outros visitantes que não concordam com a minha visão e que expuseram em que discordam de mim, para que eu possa rever meu conceito em relação à obra!

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Kamila, antes que dar os parabéns por promover o debate. Ignore os intelectualoides que possuem a arrogância maior que o conhecimento. Assim como os ignorantes que vivem presos no seu conveniente comodismo.
Aproveitando que o filme voltou a passar na Globo nessa madrugada e provavelmente muitos voltem a tentar encontrar a explicação usando a internet, deixo o link da que mais se aproxima de uma possível, mas não menos complexa, lógica (na minha modesta opinião): http://cinegnose.blogspot.com.br/2013/04/deus-esta-nos-numeros-no-filme-numero-9.html
Mesmo assim, aceitar o filme como uma obra aberta e respeitar opiniões divergentes da citada no link que postei, apenas incrementam ao filme Número 9 novas possibilidades para aqueles que possuem a mente aberta aos novos e ainda desconhecidos horizontes da nossa existência.
Sempre teremos no mínimo 3 verdades… A minha, a sua e a verdadeira verdade.
Espero ter contribuído de alguma forma “ressuscitando” esse tema no seu fórum de opiniões.
Abraço.

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